O BRASIL NÃO PODE CONTINUAR SENDO COISA DE RICOS
O BRASIL NÃO PODE CONTINUAR SENDO COISA DE RICOS
Estado-Jiwasa: uma democracia em que ninguém precise deixar de Ser para pertencer.
Nesta eleição presidencial de 2026, a BrainLatam declara seu apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva.
Nossa escolha não significa entregar nossa consciência a um presidente, partido ou ideologia. Significa assumir uma posição pública e apresentar propostas para um Brasil que precisa ir além das eleições.
E se o Estado realmente começasse em cada um de nós?
O Estado não precisava ter sido assim
Quem está pensando por nós?
Acordamos e pegamos o celular. Antes mesmo de começar o dia, recebemos notícias, opiniões, medos e indignações.
A guerra híbrida disputa nosso tempo de atenção. Algoritmos, bolhas digitais e fake news podem fazer mentiras parecerem verdades que acreditamos ter descoberto sozinhos.
Quando compartilhamos algo sem verificar, podemos ajudar a construir uma realidade que nunca existiu.
Quem ganha quando perdemos a capacidade de pensar por nós mesmos?
A soberania nacional também depende da liberdade de nossa consciência.
CAMBRIDGE ANALYTICA: QUANDO NOSSOS DADOS SE TORNARAM INSTRUMENTOS POLÍTICOS
O escândalo da Cambridge Analytica revelou a coleta enganosa de dados pessoais de dezenas de milhões de usuários do Facebook para construir perfis de eleitores e direcionar mensagens políticas.
A utilização de dados comportamentais para segmentar públicos demonstrou como informações sobre nossa vida digital podem alimentar estratégias de influência.
O caso tornou pública uma pergunta que permanece atual:
Quanto daquilo que acreditamos ter escolhido foi influenciado por informações selecionadas para nós?
Fonte: Federal Trade Commission — Cambridge Analytica
FERNANDO CERIMEDO: GRANJAS DE BOTS E A FABRICAÇÃO DO CONSENSO
As chamadas granjas de bots e fazendas de cliques representam outra dimensão da influência digital: a capacidade de produzir artificialmente curtidas, comentários, compartilhamentos e a aparência de apoio coletivo.
Em agosto de 2026, autoridades bolivianas relataram a apreensão de equipamentos em imóveis ligados ao consultor político argentino Fernando Cerimedo, classificados pela promotoria como uma possível minifazenda de bots. Sua defesa contestou essa caracterização.
O caso ganhou relevância internacional por suas conexões com campanhas e tecnologias políticas na América Latina. As investigações precisam distinguir a existência dos equipamentos, suas possíveis finalidades e eventuais responsabilidades.
Também houve desinformação sobre o próprio episódio: um vídeo divulgado como sendo da estrutura de Cerimedo foi identificado como uma gravação feita anteriormente no Vietnã.
O caso nos convida a investigar não apenas quem produz mensagens, mas quem consegue fazê-las parecer expressão espontânea de milhões de pessoas.
Estado-Jiwasa: ninguém precisa desaparecer para pertencermos
Propomos o Estado-Jiwasa, uma nova possibilidade de organização do Estado laico, democrático e de direito.
Jiwasa significa “a gente”, um nós inclusivo.
Não precisamos ter a mesma religião, cultura, história ou opinião para pertencer ao mesmo Brasil.
Podemos concordar, discordar, mudar de posição e continuar pertencendo.
Defendemos que a Constituição reconheça o Corpo-Território como unidade mínima e indivisível do Estado.
Cada pessoa é um corpo que sente, pensa, trabalha, envelhece e depende do lugar onde vive.
Nenhum Corpo-Território pode ser anulado em nome de uma suposta vontade superior.
Por que tanto dinheiro para pagar juros?
O Brasil gasta, anualmente, valores da ordem de R$ 1 trilhão em juros nominais da dívida pública, conforme o período considerado.
Precisamos perguntar: existe outra maneira de organizar o dinheiro?
Propomos estudar uma CBDC de Varejo, moeda digital pública acessível aos cidadãos, como parte de uma arquitetura para reduzir a dependência do endividamento e investigar novas formas de financiar direitos, inclusive as aposentadorias.
Não defendemos emitir dinheiro sem limites. Precisamos de estudos sobre inflação, sustentabilidade, controle democrático e responsabilidade entre gerações.
O dinheiro deve servir à vida, não transformar a vida em instrumento da dívida.
Drex Cidadão e Rendimento Bioma
Nossa proposta de Drex Cidadão busca aproximar a infraestrutura monetária pública de cada Corpo-Território.
Com o Rendimento Bioma, propomos reconhecer que proteger águas, florestas, solos e condições de vida também produz riqueza.
Defendemos ainda discutir sobretaxas sobre produções de excessos, quando atividades geram danos ambientais e sociais superiores aos benefícios coletivos.
Por que recompensar apenas o que extraímos e não aquilo que preservamos?
Um Quarto Poder: a memória não pode pertencer aos poderosos
Quantos crimes desaparecem da atenção pública antes de serem esclarecidos?
Propomos debater um Quarto Poder constitucional, independente, para preservar a memória das provas, investigações e decisões judiciais, com rastreabilidade, transparência e respeito ao devido processo legal.
Não seria um tribunal paralelo, mas uma garantia de que evidências não desapareçam por influência econômica ou política.
Quem ganha quando o dinheiro público perde o rastro?
A Justiça precisa de memória, não de esquecimento conveniente.
IA Personalíssima: seus dados devem voltar a você
Hoje, plataformas digitais conhecem nossos hábitos e disputam nossa atenção.
Propomos uma IA Personalíssima, sob controle de cada pessoa, como interface com redes digitais, serviços públicos e informações.
Ela poderia ajudar a reconhecer manipulações, compreender direitos, acompanhar decisões e proteger nossa autonomia.
Não para vigiar ou decidir por nós, mas para ampliar nossa capacidade de decidir.
Os dados de cada um devem voltar a cada um.
Nosso voto não encerra nossa responsabilidade
Apresentamos essas propostas como hipóteses e caminhos para investigação, debate e transformação democrática, não como compromissos já assumidos por qualquer candidatura.
Apoiamos Lula, mas defendemos que o Brasil seja maior que qualquer governante.
Queremos um Estado-Jiwasa, no qual a democracia não exija obediência cega, a laicidade proteja todas as diferenças e nenhum Corpo-Território seja sacrificado para beneficiar outros.
Porque o Brasil não pode continuar sendo coisa de ricos.
O Estado somos nós. Diferentes, indivisíveis e capazes de construir juntos um futuro que ainda não existe.
BrainLatam — Ciência, Consciência e Futuro Coletivo
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CARTA ABERTA BRAINLATAM ELEIÇÕES 2026
BrainLatam declara seu apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva.
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Acusações contra Flávio Bolsonaro
Revelando: Flavinho De Papai com MC Cabelinho
Estado-Jiwasa ¿y si la democracia pudiera emerger de quienes la viven?
Jiwasa-State - What If Democracy Could Emerge from Those Who Live It?
Estado-Jiwasa - e se a democracia pudesse emergir de quem a vive?
El espacio también participa del Nosotros - cuando la arquitectura permite Ser
Space Also Participates in We - When Architecture Allows Us to Be
O espaço também participa do Nós - quando a arquitetura permite Ser
Cuando el Nosotros despierta movimientos que el UNO todavía no conocía
When We Awaken Movements the Individual Has Yet to Discover
Quando o Nós desperta movimentos que o UM ainda não conhecia
Cuando la causa desaparece - alostasis, libertad y los milagros de la transformación
When the Cause Disappears - Allostasis, Freedom, and the Miracles of Transformation
Quando a causa desaparece - alostase, liberdade e os milagres da transformação
Cuando el cuerpo decide respirar - la diferencia entre actuar y obedecer
When the Body Decides to Breathe - The Difference Between Acting and Obeying
Quando o corpo decide respirar - A diferença entre agir e obedecer
Cuando la laicidad permite dejar de Ser
When Secularism Allows Us to Cease Being
Quando a laicidade permite deixar Ser
Cuando la Ciencia deja de pertenecer a un único cerebro
When Science No Longer Belongs to a Single Brain
Quando a Ciência deixa de pertencer a um único cérebro
El Estado no tenía por qué haber sido así
The State Did Not Have to Be This Way
O Estado não precisava ter sido assim
La maravilla de Ser muchos sin dejar de Ser
The Wonder of Being Many Without Ceasing to Be
A maravilha de Ser muitos sem deixar de Ser
¿Podría la Reserva Conectómica estar esperando por un Nosotros?
Could the Connectomic Reserve Be Waiting for a We?
A Reserva Conectômica pode estar esperando por um Nós?
El instante en que A comienza a dejar de Ser A
The Moment A Begins to Cease Being A
O instante em que A deixa de Ser A
¿Cuántos Nosotros existen dentro de un Yo?
How Many We's Exist Within One I?
Quantos Nós existem dentro de um UM?
EEG fNIRS NIRS and Multimodal Hyperscanning in SfN 2026
SfN2026 Multimodal NIRS EEG Portable Hyperscanning Sfn26
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What's New in EEG, fNIRS and Hyperscanning at SfN 2026?
Decolonial Neuroscience from Latin America — New Questions for a New World
Can neuroscience help us ask questions that science, politics, and religion have not yet explored together?
Scientists, policymakers, and religious thinkers can become trapped in local optima: established theories, institutional language, and beliefs that limit new perspectives.
As Society for Neuroscience (SfN 2026) approaches, BrainLatam and Brain Support invite researchers to explore decolonial neuroscience, social interaction, collective decision-making, and human cooperation through experimental research.
EEG, fNIRS/NIRS and Multimodal Hyperscanning
Brain Support proposes collaborative research using:
Brain Products LiveAmp EEG: mobile EEG, SpO₂, respiration, ECG, heart rate variability (HRV), and Sensor & Trigger Extension.
NIRx NIRSport2 fNIRS/NIRS: wearable functional near-infrared spectroscopy and multimodal EEG-fNIRS hyperscanning for up to 8 participants in the proposed configuration.
Artinis Brite Ultra MKIV fNIRS: large-group hyperscanning for up to 30 participants, integrating behavioral recordings and synchronized data.
Experiments could compare individual decisions, instructed coordination, reciprocal interactions, disagreement, and adaptation to unexpected information.
Inter-brain synchrony does not prove collective consciousness, freedom, or democratic legitimacy.
Our hypotheses must remain falsifiable and open to interdisciplinary investigation.
What experiments have we never attempted because we keep asking the same questions?
Brain Support × BrainLatam — Decolonial Neuroscience for a New World.
